Artes

Sobre “Vivartismo”, esse modernismo alagoano em arte

*Ricardo Maia

Neste ano do centenário da paulistana Semana de Arte Moderna, nada melhor para evocar e celebrar sua memória histórica, em Alagoas, que escrever sobre um movimento que, nesse estado nordestino, corresponderia de longe e retardatariamente à sua moção modernista de 1922: o “vivartismo” do chamado Grupo Vivarte, uma espécie de modernismo tardio e  particularmente alagoano que reuniu, entre 1984-85, vários artistas e intelectuais de diferentes gerações e classes sociais. Todos eles interessados em ideias estéticas que revolucionassem, simbólica ou semioticamente, a passadista cultura provinciana e visual de então.

Junho, no caso específico do vivartismo, é o mês em que, de nossa parte alagoana, devemos comemorar o aniversário de criação do Vivarte em todo dia 15 do referido mês. E para tanto, o cultblog AquiAcolá, da jornalista cultural Iranei Barreto, que gentilmente republicou, a nosso pedido, os tópicos de número quatro e cinco do texto de Gustavo Maia Gomes sobre a trajetória do “vivartista convicto” Ricardo Maia. Texto esse que os leitores e leitoras podem conferi-lo, na sua íntegra, AQUI!

Para quem ainda não o conhece, Gustavo Maia Gomes é um escritor memorialista pernambucano. Ph.D. em Economia e professor da Universidade Federal de Pernambuco de 1976 a 2009. Desde 1997, é colaborador da carioca revista Insight Inteligência. Dentre os artigos técnicos e jornalísticos publicados no Brasil e no Exterior, estão os livros The roots of state intervention in the Brazilian Economy (New York, Praeger, 1986), Velhas secas em novos sertões (Brasíli, Ipea, 2018), Conflito e conciliação (Fortaleza, BNB, 2011), O Trem para Branquinha (Recife, Cepe, 2018) e Uma Noite em Anhumas. Esse último, ainda inédito, mas com publicação prevista para 2022. Segundo Maia Gomes, esses dois últimos “são de história regional (de Alagoas, Pernambuco e Paraíba, sobretudo) e familiar”.

Mas voltando ao Grupo Vivarte, é interessante notar aqui também que o seu movimento vivartista contou, em sua construção micro-histórica, com a participação de personalidades criativas de peso local (isto é; “vivartistas de primeiro hora”, no registro do crítico Lincoln Villas Boas) como: Maria Amélia Vieira, sua líder, Dalton Costa, Lula Nogueira, Salles Tenório, Manoel Viana, Paulo Caldas, Judivan Lopes, Valéria Sampaio, Sérgio Liveira, Rosivaldo Reis e a historiadora da arte alagoana Célia Campos, dentre outros.

Na construção mini-histórica do Vivarte, livres-associações mentais em seu processo grupal ligam alguns desses nomes à criativos e criativas da Semana de 22; por exemplo: Maria Amélia Vieira, era vista no grupo como “a nossa Tarcila do Amaral”; Paulo Caldas, como o surrealista Ismael Nery e Ricardo Maia como Mário de Andrade; ou, inclusive, uma espécie de “Abaporu-caeté”. Essa última livre-associação ligando um personagem real do Vivarte a um personagem-fictício da cena figurativa tarcilana, deve-se ao vivarto-naïff Lula Nogueira numa das obras icônicas do vivartismo, intitulada O Vivartista Historiógrafo (ver foto), que hoje já faz parte, oficialmente, do acervo da Pinacoteca Universitária: um importante espaço de sociabilidade intelectual, no cenário artístico alagoano, que marcou, em janeiro de 1985, o início da segunda e última fase de reuniões (não mais itinerantes) do Grupo Vivarte.

A tela O Vivartista Historiógrafo, que tem dupla autoria de Lula Nogueira & Ricardo Maia, faz parte de um conjunto de obras icônicas no processo de legitimação propriamente cultural do “vivartismo”: esse modernismo artístico retardatário e particularmente alagoano, como já dissemos. E nesse sentido, o texto historiográfico (Anatomista das Artes Alagoanas [abr. 2022]) de Gustavo Maia Gomes, ainda que republicado agora em apenas duas de suas partes, tem utilidade não apenas para Ricardo Maia; mas decerto também, e especialmente, para toda a comunidade de artistas e críticos de arte em Alagoas — como acredita seu autor. Confira, e boa leitura!

4.  O Vivarte

Em 1984, houve grandes acontecimentos. Foi o ano zero do Vivarte, “grupo criativo e de guerrilha cultural, simbólica ou semiótica, no campo da arte em Alagoas”. Mais: “um instrumento cortante para ataque ou defesa contra o inimigo”. Havia um inimigo? Sim, havia. Se não houvesse, teria sido preciso inventá-lo, pois não se fazem guerras contra ninguém. De fato, o ímpeto revolucionário dos vivartistas era tal que seus líderes chegaram a escrever quase um novo Manifesto Comunista de 1848. “Pretendemos combater tudo que ameaça a liberdade de criar”, disseram eles, deixando implícito que, se tanto fosse preciso, como tinha sido para a jamais alcançda realização das profecias de Marx e Engels, até o capitalismo teria de abrir caminho.


Curiosamente, como para reforçar o paralelismo que sugeri já nos primeiros parágrafos deste artigo, os paulistanos da Semana de Arte Moderna (1922) também tinham seus inimigos. E, igualmente, seu manifesto: “Não há luta na terra de vocações acadêmicas. Há só fardas. Os futuristas e os outros. Uma única luta: – a luta pelo caminho. Dividamos: Poesia de importação. E a Poesia Pau-Brasil, de exportação”. (A pontuação é um horror. Respeitei.) Na Maceió em meados dos 1980s, – volto a me escorar em Maia e Vieira, adaptando um pouco – “vários artistas e intelectuais de diferentes gerações e classes sociais se reuniam, interessados em ideias estéticas que revolucionassem a cultura visualista [no lugar também chamado] Paraíso das Águas. E onde, por isso mesmo, de modo transgressivo, os vivartistas se obstinaram a saciar a sede de pensar em grupo, a fome de todos os frutos-ARTE”. (Ênfase no original.)


Foi embalados por essa motivação contestatória que, em 15 de junho de 1984, Maria Amélia, Ricardo Maia e outros criaram o Grupo Vivarte, que se manteria ativo por um ano. À primeira reunião (como todas as seguintes, acontecida à noite), compareceram Dalton Costa, Edgar Bastos (1935-2002), Ednilson Salles (“pinta desde 1970”), Manoel Viana (n.1958), Petrúcio França e os dois citados artistas fundadores. Já no dia seguinte, esses últimos começaram a redigir as atas dos encontros, que viriam a receber o título de “Noitário de uma Revolta”, documento frequentemente referido como “ainda não publicado”, expressão esperançosa, acho eu, de que um dia o será.
Numa primeira fase, o Grupo Vivarte se reunia alternativamente nas casas dos artistas que participavam do movimento; na segunda fase, o local dos encontros passou a ser fixo, a Pinacoteca Universitária. Além das conversas, houve as exposições. Seis, ao todo: na Caixa Econômica Federal (Ricardo Maia participou com quatro trabalhos da série “Fálica dos Encontros”); na sede da Associação dos Plantadores de Cana-de-açúcar no Estado de Alagoas; na Galeria de Arte Miguel Torres, da Fundação Teatro Deodoro. Isso, em 1984. No ano seguinte: na Aliança Francesa de Maceió; na Câmara dos Deputados, em Brasília; e na Pinacoteca da Universidade Federal de Alagoas.


O grupo se dissolveu em 16 de junho de 1985, “na noite maceioense de um Bloomsday”. Diz Ricardo Maia: “Na ocasião, nem pensávamos nessa efeméride joyceana. Quem me chamou a atenção para a coincidência foi o Lula Nogueira. Achei isso o máximo, e muito culturalmente sintomático”.

O jornaleiro gritava na cara do senhor Bloom:
– Terrível tragédia em Rathmines! Um guri mordido por um fole!

Os 16 de junho são feriados na Irlanda, em alusão ao personagem Leopold Bloom, do romance Ulisses, de James Joyce. Quem sabe não virão a ser também em Maceió, por razões estritamente locais? Com efeito, embora seja hoje pouco lembrado, mesmo em Alagoas (exceto, talvez, pelo próprio Ricardo Maia), o Grupo Vivarte é referido em Uma visualidade, de Célia Campos (2002). Além disso, as ideias e obras do movimento mereceram muitos reconhecimentos públicos no Paraíso das Águas, sobretudo até 2006, quando foi lançado o livro Testemunhos do vivartismo, de Lincoln Villas Boas. Antes disso, Izabel Brandão, Francisco Oiticica Filho, Roberto Amorim, Dalton Costa, Maria Amélia Vieira, Felipe Camelo, Vanessa Alencar, Raphael Barbosa, Tiago Padilha e a Editoria de Cultura de O Jornal (Maceió), entre outros, escreveram artigos de jornal sobre ele.

Mas, voltando à analogia entre o movimento vivartista (Maceió, 1984-85) e o que começou na Semana de Arte Moderna (São Paulo, 1922), o que mais há para dizer? Sobretudo, o que há para dizer em relação aos impactos desses dois movimentos na arte brasileira? Infelizmente, o registro histórico não é bom para os os alagoanos. A exposição paulistana em pouco tempo se tornou um acontecimento nacional, a ponto de ser difícil encontrar um brasileiro alfabetizado que jamais tenha, no mínimo, ouvido falar dela. Nesse sentido, a tela O Aboporu, de Tarsila do Amaral (ela não participou da Semana, pois estava em Paris, mas se juntou, posteriormente, ao grupo e foi casada com Oswald de Andrade, seu mais estrondoso líder), embora tenha sido pintada seis anos depois daquela mostra, tornou-se um símbolo do movimento modernista que eclodiu em São Paulo e é hoje o quadro brasileiro de maior cotação comercial, entre todas, valendo algo em torno de quarenta milhões de dólares.

Em contraste, o vivartismo jamais extravasou os limites de Alagoas. Tenho outras evidências objetivas disso – que apresento em seguida –, tanto da enorme repercussão que a Semana viria a ter, quanto do reduzidíssimo impacto dos vivartistas fora de seu estado de origem. Pesquisei na Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional o número de vezes em que a expressão “Semana de Arte Moderna”, de um lado, e a palavra “Vivarte”, de outro, apareceram nos jornais brasileiros. Os resultados, para o primeiro experimento, estão mostrados na figura seguinte.

Números de vezes em que a expressão “Semana de Arte Moderna” apareceu nos jornais brasileiros digitalizados pela Biblioteca Nacional (1920-29 / 2010-19)

Fonte: Hemeroteca Digital da Biblioteca Nacional. Os números são a frequência absoluta (na década respectiva) de aparecimento da expressão “Semana de Arte Moderna” no conjunto dos jornais brasileiros digitalizados pela BN.

E como o Vivarte se compara com isso? Desde logo, é preciso dizer que os jornais de Alagoas dos anos posteriores a 1984 não estão digitalizados. Mas, o Diario de Pernambuco, por exemplo, está. Dois jornais do Rio Grande do Norte, para os anos 1980/89, também. Parecem ser os únicos casos no Nordeste, no período considerado.

De todo modo, os jornais do Rio, São Paulo, Belo Horizonte e de boa parte do Brasil lá estão, sim. E quantas vezes a palavra Vivarte apareceu nesses jornais, de 1980 a 2019? Depende de que “vivarte” estamos falando. Na Natal dos anos oitenta havia um médico chamado Vivarte de Brito, o Negrão. Filho de um ex-prefeito, tentou ser político. Não sei se conseguiu. Também havia ali uma loja vendedora de automóveis com esse nome. Em Brasília, o senhor ou a senhora Veet Vivarte ensinava tarô. Também havia na cidade uma loja de decoração chamada Viv’Arte. Três grupos de teatro (em Brasília, São Paulo e Cuiabá) tinham o nome Vivarte. A Escola Vivarte do Rio de Janeiro também fez muitos anúncios no Jornal do Brasil. Como nenhuma dessas ocorrências tem a ver com o meu assunto, devo informar que somente consegui descobrir, nas quatro décadas pesquisadas (1980-2019) uma notícia de jornal, fora de Maceió, que se referia ao Grupo Vivarte de artistas plásticos alagoanos. Foi no Correio Braziliense de 23 de maio de 1985. Como já foi mencionado, a quarta exposição dos vivartistas foi feita no Congresso Nacional, em Brasília. A notícia se refere a ela.

única referência que consegui descobrir na imprensa não-alagoana ao Grupo Vivarte, entre 1980 e 2019, foi esta. (Correio Braziliense, DF, 23/5/1985)

Em contraste, só nos anos 1970/79, a expressão “Semana de Arte Moderna” apareceu 2.808 vezes nos jornais brasileiros digitalizados pela Biblioteca Nacional. Como explicar tal disparidade de destinos? Seria ela devida a: (1) Razões estritamente artísticas, de qualidade intrínseca das obras produzidas, num caso e no outro? (2) Ao fato de que o modernismo alagoano veio com grande atraso não sendo, por isso, objeto de curiosidade ou interesse dos meios artísticos e críticos nos outros estados? (3) Pela circunstância de que a São Paulo de 1922 já era (quase) a São Paulo de hoje – o centro econômico do Brasil –, ao passo que a Maceió de 1984 era, como ainda é, um lugar economicamente, irrelevante nas comparações interestaduais?

Não posso escolher entre esses três fatores – ou sequer atribuir pesos explicativos a cada um deles – como um conhecedor das artes, pois isso não sou. Nada digo sobre a possibilidade (1), portanto. É provável, por outro lado, (já estou falando da 2) que o hiato de seis décadas entre a eclosão dos dois modernismos tenha tirado muito do interesse que o Vivarte poderia ter tido fora de Alagoas. O modernismo já não era novidade no país, embora o fosse no Paraíso das Águas. Sinto-me mais à vontade para opinar sobre a terceira possível razão, que não exclui as outras duas. E o meu palpite é que as discrepâncias econômicas entre São Paulo e Alagoas tiveram um peso enorme na explicação do êxito da Semana de 1922 e do fracasso (pelo critério da repercussão externa ao estado) do vivartismo alagoano.

5.  As Cruzadas Plásticas

Depois do Vivarte, vieram outras iniciativas. A seguinte foi com o artista plástico Paulo Caldas, com quem o anatomista das artes alagoanas se associou “micropoliticamente”. (A terminologia é de Maia, ou melhor, foi tomada de empréstimo por ele.) Na ocasião (1986), Caldas retornava de uma temporada na capital paulista. Os dois juntos, mas também, subsequentemente, com a colaboração de outros, iniciaram a organização das “Mostras Alternativas das Cruzadas Plásticas”, que viriam a se constrituir de três exposições – ou melhor, três “jornadas temáticas”. A primeira delas aconteceu em julho de 1987.

Na primeira jornada (“A Nova e a Novíssima Pintura Alagoana”), foi lançado o “Catálogo Amarelo”, com texto de Ricardo Maia e arte gráfica de Paulo Caldas. Isso aconteceu durante a exposição realizada na Galeria de Arte Miguel Torres, que então se situava no hall do Teatro Deodoro. Houve “uma grande agitação cultural produzida [pelo] pessoal de teatro, literatura e música”. O grupo Cena Livre, do teatrólogo alagoano Mauro Braga, participou ativamente do evento. Os artistas catalogados ― cada um com sua respectiva obra, assinatura, foto, e texto ― foram Álvaro Brandão, Dalton Costa, Edgar Bastos, J. Martins, Lael Correa (“o artista plástico, autor, ator, diretor, homem do teatro”), Lula Nogueira, Maria Amélia Vieira, Paulo Caldas, Ricardo Maia, Ricardo Santana (n.1961), Roberto Athaíde (1962-1995), Silvano Almeida e Valéria Sampaio (n.1954).

Dentre as personalidades ligadas às artes que participaram da primeira jornada das Cruzadas Plásticas estavam o produtor cultural Gustavo Leite (1963-2002), a multiartista Anilda Leão (1923-2012), o crítico de arte Romeu de Mello-Loureiro (1945-2018), o teatrólogo Homero Cavalcante (n.1949), os pintores Fernando Lopes (1934-2011), Delson Uchoa (n.1956) e Rogério Gomes, a pianista Selma Brito (n.1938), a professora de língua francesa Diva Maria Moreira, o jornalista Manoel Miranda Jr., o engenheiro Beroaldo Maia Gomes, a assistente social Ana Vieira Soares, o médico e professor José Cândido Vieira e a historiadora paulistana Célia Campos, que mais tarde viria a ser professora da Universidade Federal de Alagoas.

Em setembro desse mesmo ano (1987), ainda cultivando a parceria com Paulo Caldas, Ricardo produziu a segunda jornada (“Pela Importância do Papel”), na Pinacoteca do Instituto Histórico e Geográfico de Alagoas (IHGAL). A terceira e última jornada (“Abstratos Caetés”) teve lugar “em alto estilo”, na Galeria Art & Design, então pertencente a Leyla Pedrosa Nogueira e Tânia Pedrosa (n.1935). Estavam representados na mostra Alice Fernandes, Carlos Fiúza (n.1964), Dalton Costa, Delson Uchôa (n.1956), Edgar Bastos, Fernando Neyder, Francisco Oiticica Filho, Gláucia Lemos, Haylton Rocha (n.1927), Ivson Monteiro (n.1960), Jerônimo Bomfim, Maria Amélia Vieira, Martha Araújo (n.1943), Reinaldo Lessa (“em 2016, [completou] 50 anos de carreira como artista plástico”), Ricardo Maia e Rogério Gomes. O objetivo do movimento Cruzadas Plásticas foi “fomentar a sociabilidade intelectual num subcampo específico da Maceió-artistica da pintura”. Tratava-se “de legitimar histórica e culturalmente a assimilação tardia, porém definitiva, da estética abstracionista, apesar da enorme resistência ao seu cultivo em solo cultural alagoano”.

As Cruzadas Plásticas e o Grupo Vivarte foram reconhecidas por Célia Campos (Uma visualidade…) como “dois importantes fenômenos culturais relativos às artes plásticas em Alagoas”. Apesar disso, assim como já vimos ter acontecido para o caso do (cronologicamente falando) primeiro deles, a repercussão das Cruzadas Plásticas em outros estados também foi muito limitada. Detectei uma única menção feita fora de Alagoas. Ela está na relação da nota de rodapé seguinte. Os demais críticos ou jornalistas que se referiram ao movimento, e o fizeram em jornais locais, como Joaquim Alves, Benedito Ramos (n.1953), Romeu de Mello-Loureiro, Marcos de Farias Costa, Homero Cavalcante, Carlos Fiúza, Gláucia Lemos, Francisco Oiticica e Reynaldo Amorim de Barros, são todos (menos um, Gláucia Lemos) de Maceió.

Ricardo Maia


É alagoano de Maceió, mestre em psicologia social pela PUC-SP, onde defendeu, em fins de 1999, a dissertação Um Grupo Chamado Vivarte — Um estudo dos espaços de auto-posicionamentos minipolíticos na organização retrospectiva do movimento vivartista (1984-1997). Maia é também crítico de arte e autor do livro Maceyorkinos — Ensaios de crítica cultural à Maceió-artística glocalizada.

2 comentários

  1. Fantástico!!!! Saudades boas!!! Um período muito produtivo, aprendi muito com o grupo, espero ter podido contribuir com a grandeza do mesmo. Muito importante ter esse registro da existência do GRUPO, pois solidifica um trabalho, que pode ser expiração para futuros artistas. Grande abraço à todos.

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